Capítulo visual · Doenças e lesões
Gliose
Gliose. Outra importante alteração no córtex cerebral era a gliose, com abundantes astrócitos gemistocíticos, caracterizados por citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. São formas reativas inespecíficas, encontrados em resposta a vários tipos de lesão do tecido nervoso…
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Gliose
Gliose. Outra importante alteração no córtex cerebral era a gliose, com abundantes astrócitos gemistocíticos , caracterizados por citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. São formas reativas inespecíficas, encontrados em resposta a vários tipos de lesão do tecido nervoso, e não são característicos da encefalopa…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Gliose. Outra importante alteração no córtex cerebral era a gliose, com abundantes astrócitos gemistocíticos , caracterizados por citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. São formas reativas inespecíficas, encontrados em resposta a vários tipos de lesão do tecido nervoso, e não são característicos da encefalopa…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Gliose. Outra importante alteração no córtex cerebral era a gliose, com abundantes astrócitos gemistocíticos , caracterizados por citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. São formas reativas inespecíficas, encontrados em resposta a vários tipos de lesão do tecido nervoso, e não são característicos da encefalopa…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais
Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais
Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais
Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios remanescentes nas camadas superficiais
Neurônios remanescentes nas camadas superficiais. Mesmo em áreas com alterações espongiforme acentuada, havia preservação de muitos neurônios, especialmente em camadas superficiais. Isto fala contra que a alteração espongiforme se deva a um evento isquêmico, pois, neste caso, os neurônios teriam também desaparecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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É a alteração mais característica da doença
É a alteração mais característica da doença. Chama a atenção já em pequeno aumento como abundantes vacúolos desde minúsculos a maiores que um neurônio. Os vacúolos são opticamente vazios, bem delimitados, e situados no neurópilo, ou seja, no tecido róseo entre os corpos celulares dos neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: Núcleo caudado -Gliose. Astrócitos gemistocíticos e fibrosos são formas hipertróficas reacionais ao processo degenerativo
Classificação original: Não classificado