Capítulo visual · Doenças e lesões

Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamen…

  • 36 lâminas catalogadas
  • 36 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 36 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • HistologiaHE Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Para HE deste caso, clique »Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaMucicarmim Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Mucicarmim. Mucicarmim cora a cápsula mucopolissacarídica do fungo. Nestes preparados fixados em formol e incluídos em parafina, só a parte mais interna da cápsula se cora fortemente. A parte periférica fica incolor, e é atravessada por finos filamentos radiados que praticamente desaparecem ao chegar na periferia. Pro…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Para mais sobre criptococose (do curso de graduação)

    Grocott. A impregnação pela prata de Grocott destaca a parede celular do fungo em preto. Em cortes tangenciais que pegam a parede celular, a imagem é compacta em negro. Em cortes pela porção equatorial do fungo, a parede celular destaca-se como um anel negro. A cápsula é perceptível apenas na sua porção mais interna,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Respiratório / cabeça e pescoço