Capítulo visual · Doenças e lesões

Paragangliomas

Lâminas escaneadas. O tumor media cerca de 3,5 x 3 x 2 cm, acastanhado e macio. Aos cortes, aspecto heterogêneo, com áreas mais escuras. Nas lâminas abaixo, nota-se uma fina cápsula fibrosa de espessura irregular (azul no tricrômico de Masson e negativa no NSE). O tecido tumor…

  • 111 lâminas catalogadas
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Lâminas no Domine Aqui

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Paragangliomas

    Ki-67. Positivo em pequena proporção dos núcleos, inclusive nos maioresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Paragangliomas

    Ki-67. Positivo em pequena proporção dos núcleos, inclusive nos maioresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Paragangliomas

    Ki-67. Positivo em pequena proporção dos núcleos, inclusive nos maioresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Paragangliomas

    Ki-67. Positivo em pequena proporção dos núcleos, inclusive nos maioresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CD34. Demonstrava de forma elegante a rica rede vascular do tumor, especialmente os capilares situados entre os lóbulos celulares. O antígeno estava presente na superfície luminal do endotélio em vasos de todos calibresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CD34. Demonstrava de forma elegante a rica rede vascular do tumor, especialmente os capilares situados entre os lóbulos celulares. O antígeno estava presente na superfície luminal do endotélio em vasos de todos calibresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Paragangliomas

    VIM. Vimentina era positiva nos vasos e células sustentaculares e, assim, desenhava o estroma do tumor. Algumas outras células de contorno arredondado eram marcadas, possivelmente mastócitos ou macrófagos. As células principais eram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Paragangliomas

    VIM. Vimentina era positiva nos vasos e células sustentaculares e, assim, desenhava o estroma do tumor. Algumas outras células de contorno arredondado eram marcadas, possivelmente mastócitos ou macrófagos. As células principais eram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Paragangliomas

    VIM. Vimentina era positiva nos vasos e células sustentaculares e, assim, desenhava o estroma do tumor. Algumas outras células de contorno arredondado eram marcadas, possivelmente mastócitos ou macrófagos. As células principais eram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Paragangliomas

    GFAP. A proteína glial ácida fibrilar, característica de astrócitos, estava também presente nas células sustentaculares. A positividade era apenas citoplasmática (ao contrário de S-100, onde era nuclear e citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CGR. As células principais eram positivas de forma variável para cromogranina, uma proteína associada a grânulos secretórios, indicando a presença destes no citoplasma e corroborando a natureza neuroendócrina das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CGR. As células principais eram positivas de forma variável para cromogranina, uma proteína associada a grânulos secretórios, indicando a presença destes no citoplasma e corroborando a natureza neuroendócrina das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CGR. As células principais eram positivas de forma variável para cromogranina, uma proteína associada a grânulos secretórios, indicando a presença destes no citoplasma e corroborando a natureza neuroendócrina das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CGR. As células principais eram positivas de forma variável para cromogranina, uma proteína associada a grânulos secretórios, indicando a presença destes no citoplasma e corroborando a natureza neuroendócrina das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CGR. As células principais eram positivas de forma variável para cromogranina, uma proteína associada a grânulos secretórios, indicando a presença destes no citoplasma e corroborando a natureza neuroendócrina das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Paragangliomas

    CGR. As células principais eram positivas de forma variável para cromogranina, uma proteína associada a grânulos secretórios, indicando a presença destes no citoplasma e corroborando a natureza neuroendócrina das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: paragangliomas

Classificação original: Sistema nervoso