Capítulo visual · Doenças e lesões

Displasia cortical — caso 2

CÓRTEX DISPLÁSICO. Distribuição anômala dos neurônios e anormalidades estruturais: excentricidade nuclear, cromatólise central, binucleação (raríssima em neurônios normais)

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    Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3A

    Três campos em aumento fraco, exemplificando a transição da área imatura, que lembra um PNET ou neuroblastoma, para a área desmoplásicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3A

    Área desmoplásica. Mostra células neoplásicas alongadas, separadas por fibras colágenas, formando feixes orientados em várias direções. As fibras colágenas são melhor demonstradas com tricrômico de Masson e impregnação argêntica para reticulina . As células em si são achatadas e assumem aspecto epitelióide quando vist…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3A

    Área desmoplásica. Mostra células neoplásicas alongadas, separadas por fibras colágenas, formando feixes orientados em várias direções. As fibras colágenas são melhor demonstradas com tricrômico de Masson e impregnação argêntica para reticulina . As células em si são achatadas e assumem aspecto epitelióide quando vist…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3A

    Área desmoplásica. Mostra células neoplásicas alongadas, separadas por fibras colágenas, formando feixes orientados em várias direções. As fibras colágenas são melhor demonstradas com tricrômico de Masson e impregnação argêntica para reticulina . As células em si são achatadas e assumem aspecto epitelióide quando vist…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura varia de calibrosos a delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura varia de calibrosos a delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura varia de calibrosos a delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos menores. No espaço subaracnóideo e nas camadas superficiais do córtex há vasos de parede espessa e luz diminuída, freqüentemente com infiltrado inflamatório crônico inespecífico e fibrose em todas as camadas ( endarterite obliterante ). A causa da reação inflamatória não ficou claraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos menores. No espaço subaracnóideo e nas camadas superficiais do córtex há vasos de parede espessa e luz diminuída, freqüentemente com infiltrado inflamatório crônico inespecífico e fibrose em todas as camadas ( endarterite obliterante ). A causa da reação inflamatória não ficou claraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura varia de calibrosos a delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Vasos menores. No espaço subaracnóideo e nas camadas superficiais do córtex há vasos de parede espessa e luz diminuída, freqüentemente com infiltrado inflamatório crônico inespecífico e fibrose em todas as camadas ( endarterite obliterante ). A causa da reação inflamatória não ficou claraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Áreas ricas em neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Áreas ricas em neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Áreas ricas em neurônios e axônios, pobres em astrócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Não é possível distinguir camadas no córtex, que mostra aspecto semelhante em áreas superficiais e profundas. Há alternância entre pequenos focos pobres em neurônios e outros ricos em neurônios . Os neurônios apresentam tamanho e morfologia normais, mas orientação anormal, com dendritos voltados em várias direçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Áreas ricas em neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Áreas ricas em neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Orientação anárquica dos neurônios. Os dendritos maiores, que corresponderiam aos dendritos apicais em células piramidais normais, estão orientados em várias direções. Em todas as fotos, a superfície meníngea é para cimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Orientação anárquica dos neurônios. Os dendritos maiores, que corresponderiam aos dendritos apicais em células piramidais normais, estão orientados em várias direções. Em todas as fotos, a superfície meníngea é para cimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Orientação anárquica dos neurônios. Os dendritos maiores, que corresponderiam aos dendritos apicais em células piramidais normais, estão orientados em várias direções. Em todas as fotos, a superfície meníngea é para cimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Polimicrogiria — caso 1

    Áreas pobres em neurônios e axônios, ricas em astrócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Alargamento dos espaços perivasculares de Virchow-RobinDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Alargamento dos espaços perivasculares de Virchow-RobinDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Polimicrogiria — caso 1

    Gliose da substância branca. Astrócitos fibrosos, alguns binucleados, formando emaranhado de prolongamentos com textura frouxa e alto grau de hidrataçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: Pato-1

Classificação original: Não classificado