Capítulo visual · Doenças e lesões
Displasia cortical — caso 2A
Bloco acima examinado com 4 técnicas. Na HE vê-se que o córtex displásico é mais espesso; a área clara no centro corresponde a gliose frouxa (parte da lesão displásica). Na vimentina (VIM) a gliose da substância branca do giro destaca-se
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
p53 . Positivo em núcleos isolados, negativo em extensas áreas. Sugere que mutação do gene p53 ou acúmulo da proteína P53 não são importantes na gênese deste tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
p53 . Positivo em núcleos isolados, negativo em extensas áreas. Sugere que mutação do gene p53 ou acúmulo da proteína P53 não são importantes na gênese deste tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
p53 . Positivo em núcleos isolados, negativo em extensas áreas. Sugere que mutação do gene p53 ou acúmulo da proteína P53 não são importantes na gênese deste tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
CGR. Resultado semelhante ao com SNFDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
Nas ilhotas neuroepiteliais há células com forte marcação, ao lado de outras não marcadas. A marcação indica, presumivelmente, diferenciação astrocitáriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
Nas ilhotas neuroepiteliais há marcação mais forte, tanto citoplasmática como nuclear, sugerindo diferenciação neuronal. Esta é confirmada por marcadores mais específicos para neurônios, como a sinaptofisina e a cromogranina . Contudo, neurofilamento foi negativo em toda a amostraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
NSE. Há marcação citoplasmática de várias células nas áreas desmoplásicas do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
Marcadores de neurônios - Positivo para NSE, SNF, CGR, negativo para NFDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
SNF. O tecido tumoral em grande parte é negativo para sinaptofisina, exceto nas ilhotas neuroepiteliais e em algumas células isoladas do componente desmoplásico (marcação citoplasmática)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
Marcadores de neurônios - Positivo para NSE, SNF, CGR, negativo para NFDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
CGR. Reação em outro bloco, feita em outra ocasião. Confirma os resultados acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
CGR. Reação em outro bloco, feita em outra ocasião. Confirma os resultados acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
Marcadores de neurônios - Positivo para NSE, SNF, CGR, negativo para NFDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ganglioglioma desmoplásico infantil — caso 3B
Marcadores de neurônios - Positivo para NSE, SNF, CGR, negativo para NFDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Mais exemplos de vascularização anômala. Além de espessamento da parede de pequenas artérias superficiais na aracnóide, observa-se freqüentemente que os vasos penetram no córtex obliquamente e em grupos de três ou mais. A espessura destes vasos varia desde calibrosos, com fibrose de parede, a extremamente delgadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Polimicrogiria — caso 1A
Vasos menores. No espaço subaracnóideo e na superfície cortical havia vários vasos de parede espessada e luz diminuída, freqüentemente com infiltrado inflamatório crônico inespecífico e fibrose em todas a camadas, correspondendo ao quadro da chamada endarterite obliterante . A causa desta reação inflamatória não ficou…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: Pato-2
Classificação original: Não classificado