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Capítulo visual · Doenças e lesões

Malformação cavernosa — caso 2

Lâminas escaneadas. A lesão é bem delimitada e constituída por um complexo enovelado de pequenos vasos de calibre variável e paredes finas. O tricrômico de Masson mostra colágeno em azul (plasma aparece na mesma cor). Weigert-van Gieson e Verhoeff são colorações para colágeno…

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  • Imuno-histoquímicaReticulina● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Reticulina. Neste exemplo, presente apenas em vasos e ausente entre as células neoplásicas. Para um caso de xantoastrocitoma/ganglioglioma/ependimoma com abundante reticulina entre as células do tumor na área de ependimoma, clique . A reticulina é útil para demonstrar a rede vascular, como o CD34 . Aqui, a maioria dos…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    CD34. Demonstra a vascularização do tumor, chamando a atenção para proliferação endotelial (só alguns vasos)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    CD34. Demonstra a vascularização do tumor, chamando a atenção para proliferação endotelial (só alguns vasos)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    CD34. Demonstra a vascularização do tumor, chamando a atenção para proliferação endotelial (só alguns vasos)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Ki-67. Positivo em 5-10% das células neoplásicas, sugerindo tumor com tendência proliferativa moderada. Isto é apoiado pelo encontro de mitoses , inclusive atípicas, neste exemplo. Para outro xantoastrocitoma com índice de marcação mais baixo, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

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  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Ki-67. Positivo em 5-10% das células neoplásicas, sugerindo tumor com tendência proliferativa moderada. Isto é apoiado pelo encontro de mitoses , inclusive atípicas, neste exemplo. Para outro xantoastrocitoma com índice de marcação mais baixo, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

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  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Ki-67. Positivo em 5-10% das células neoplásicas, sugerindo tumor com tendência proliferativa moderada. Isto é apoiado pelo encontro de mitoses , inclusive atípicas, neste exemplo. Para outro xantoastrocitoma com índice de marcação mais baixo, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Ki-67. Positivo em 5-10% das células neoplásicas, sugerindo tumor com tendência proliferativa moderada. Isto é apoiado pelo encontro de mitoses , inclusive atípicas, neste exemplo. Para outro xantoastrocitoma com índice de marcação mais baixo, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

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  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Proliferação vascular. Destaca-se no GFAP porque os vasos não reagem, chamando a atenção em meio às celulas tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaReticulina● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Reticulina. Neste exemplo, presente apenas em vasos e ausente entre as células neoplásicas. Para um caso de xantoastrocitoma/ganglioglioma/ependimoma com abundante reticulina entre as células do tumor na área de ependimoma, clique . A reticulina é útil para demonstrar a rede vascular, como o CD34 . Aqui, a maioria dos…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

    CD34. Demonstra a vascularização do tumor, chamando a atenção para proliferação endotelial (só alguns vasos)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 3

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  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

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  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    p53. Nota-se positividade de muitos núcleos da amostra (estimado em torno de 10%), mais numerosos que com Ki-67. Isto sugere acúmulo da proteína p53, e que células neoplásicas estejam infiltrando o tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    IMUNOHISTOQUÍMICADescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

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  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    GFAP. Marca os astrócitos fibrosos da substância branca. Os núcleos não circundados por citoplasma GFAP + provavelmente pertencem a outras células da glia, como oligodendrócitos ou micrógliaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    GFAP. Marca os astrócitos fibrosos da substância branca. Os núcleos não circundados por citoplasma GFAP + provavelmente pertencem a outras células da glia, como oligodendrócitos ou micrógliaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    Ki-67. Marca vários núcleos da amostra, principalmente os maiores e mais atípicos, indicando que estas células encontram-se em ciclo de divisão celular. Como em substância branca normal não há positividade para Ki-67, este achado indica que a área biopsiada encontra-se infiltrada por células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

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  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Gliomatose cerebral — caso 1

    Ki-67. Marca vários núcleos da amostra, principalmente os maiores e mais atípicos, indicando que estas células encontram-se em ciclo de divisão celular. Como em substância branca normal não há positividade para Ki-67, este achado indica que a área biopsiada encontra-se infiltrada por células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliomatose cerebral — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: Patologia

Classificação original: Não classificado

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