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Reticulina + safranina
Aqui fica clara a variação da celularidade, com áreas mais ricas em células, outras mais ricas em substância fundamental. Esta se cora em azul, como o colágeno, mas em microscopia eletrônica não são observadas fibrilas colágenas do tipo I e sim microfibrilas compatíveis com o…
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- MacroscopiaTricrômico de Masson Direitos aprovados
Reticulina + safranina
No tricrômico de Masson, destacam-se em cor azul devido à abundância de fibras colágenas entre as células neoplásicas. A parte sarcomatosa do tumor é estudada no segundo espécime (obtido 4 meses após)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- MacroscopiaTricrômico de Masson Direitos aprovados
Reticulina + safranina
No tricrômico de Masson, destacam-se em cor azul devido à abundância de fibras colágenas entre as células neoplásicas. A parte sarcomatosa do tumor é estudada no segundo espécime (obtido 4 meses após)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
No tricrômico de Masson, destacam-se em cor azul devido à abundância de fibras colágenas entre as células neoplásicas. A parte sarcomatosa do tumor é estudada no segundo espécime (obtido 4 meses após)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- MacroscopiaReticulina Direitos aprovados
Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
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Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Nestas áreas, as células neoplásicas produzem fibras reticulínicas em abundância. A reticulina se interpõe entre elas, como nos sarcomas (neoplasias malignas de tecido conjuntivo), formando feixes multidirecionados que se entrelaçam. Ver também a reticulina no segundo espécime , classificado como gliossarcomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina + safranina
Com Masson é mais fácil visualizar os lóbulos do tumor que com HE. O centro dos lóbulos é menos celular, e a celularidade aumenta na periferia dos mesmos. Também as células gigantes tipo osteoclasto são mais concentradas entre os lóbulosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: reticulina + safranina
Classificação original: Não classificado