Capítulo visual · Doenças e lesões
Reticulínicas
Preparados histológicos em HE ou outras técnicas (como imunohistoquímica para vimentina) escaneados em 600 dpi (ao lado) ou 1200 dpi (embaixo), dão uma visão intermediária entre as fotos macro e a microscopia com objetiva de menor aumento (4 x). Esta avaliação mesoscópica é de…
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Espécime cirúrgico. Três pequenas massas de tecido de superfície vilosa, com aspecto em couve-flor. (Obs. Amostras gentilmente cedidas pelo Dr. José Ribeiro de Menezes Netto, Laboratório Menezes, Campinas, SP.)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Espécime cirúrgico. Três pequenas massas de tecido de superfície vilosa, com aspecto em couve-flor. (Obs. Amostras gentilmente cedidas pelo Dr. José Ribeiro de Menezes Netto, Laboratório Menezes, Campinas, SP.)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Espécime cirúrgico. Três pequenas massas de tecido de superfície vilosa, com aspecto em couve-flor. (Obs. Amostras gentilmente cedidas pelo Dr. José Ribeiro de Menezes Netto, Laboratório Menezes, Campinas, SP.)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Espécime cirúrgico. Três pequenas massas de tecido de superfície vilosa, com aspecto em couve-flor. (Obs. Amostras gentilmente cedidas pelo Dr. José Ribeiro de Menezes Netto, Laboratório Menezes, Campinas, SP.)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. O tricrômico de Masson, que cora o colágeno em azul, dá destaque aos eixos conjuntivo-vasculares, especialmente os mais espessos, ricos em tecido fibroso denso. De modo geral, a quantidade de tecido fibroso é pequena no espécimeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Detalhes. As células neoplásicas são bem diferenciadas, reproduzindo a morfologia do plexo coróide normal. Para exemplos deste, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ). As principais diferenças estão na maior concentração de células no papiloma, formato colunar (cúbicas no plexo normal) e na superfície do vilo, que é aplanada no pap…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Detalhes. As células neoplásicas são bem diferenciadas, reproduzindo a morfologia do plexo coróide normal. Para exemplos deste, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ). As principais diferenças estão na maior concentração de células no papiloma, formato colunar (cúbicas no plexo normal) e na superfície do vilo, que é aplanada no pap…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Detalhes. As células neoplásicas são bem diferenciadas, reproduzindo a morfologia do plexo coróide normal. Para exemplos deste, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ). As principais diferenças estão na maior concentração de células no papiloma, formato colunar (cúbicas no plexo normal) e na superfície do vilo, que é aplanada no pap…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Detalhes. As células neoplásicas são bem diferenciadas, reproduzindo a morfologia do plexo coróide normal. Para exemplos deste, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ). As principais diferenças estão na maior concentração de células no papiloma, formato colunar (cúbicas no plexo normal) e na superfície do vilo, que é aplanada no pap…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Detalhes. As células neoplásicas são bem diferenciadas, reproduzindo a morfologia do plexo coróide normal. Para exemplos deste, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ). As principais diferenças estão na maior concentração de células no papiloma, formato colunar (cúbicas no plexo normal) e na superfície do vilo, que é aplanada no pap…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ressonância magnética, T1 com contraste. Massa tumoral sólida, de superfície finamente granulosa, que virtualmente preenche o IVº ventrículo e mostra forte impregnação por contraste. (Obs. Imagens gentilmente cedidas pelo Dr. Yvens Barbosa Fernandes, neurocirurgião, Campinas, SP.)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ressonância magnética, T1 com contraste. Massa tumoral sólida, de superfície finamente granulosa, que virtualmente preenche o IVº ventrículo e mostra forte impregnação por contraste. (Obs. Imagens gentilmente cedidas pelo Dr. Yvens Barbosa Fernandes, neurocirurgião, Campinas, SP.)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
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Preparados histológicos em HE ou outras técnicas (como imunohistoquímica para vimentina) escaneados em 600 dpi (ao lado) ou 1200 dpi (embaixo), dão uma visão intermediária entre as fotos macro e a microscopia com objetiva de menor aumento (4 x) . Esta avaliação mesoscópica é de grande utilidade na percepção panorâmica…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Preparados histológicos em HE ou outras técnicas (como imunohistoquímica para vimentina) escaneados em 600 dpi (ao lado) ou 1200 dpi (embaixo), dão uma visão intermediária entre as fotos macro e a microscopia com objetiva de menor aumento (4 x) . Esta avaliação mesoscópica é de grande utilidade na percepção panorâmica…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
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Preparados histológicos em HE ou outras técnicas (como imunohistoquímica para vimentina) escaneados em 600 dpi (ao lado) ou 1200 dpi (embaixo), dão uma visão intermediária entre as fotos macro e a microscopia com objetiva de menor aumento (4 x) . Esta avaliação mesoscópica é de grande utilidade na percepção panorâmica…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Preparados histológicos em HE ou outras técnicas (como imunohistoquímica para vimentina) escaneados em 600 dpi (ao lado) ou 1200 dpi (embaixo), dão uma visão intermediária entre as fotos macro e a microscopia com objetiva de menor aumento (4 x) . Esta avaliação mesoscópica é de grande utilidade na percepção panorâmica…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Preparados histológicos em HE ou outras técnicas (como imunohistoquímica para vimentina) escaneados em 600 dpi (ao lado) ou 1200 dpi (embaixo), dão uma visão intermediária entre as fotos macro e a microscopia com objetiva de menor aumento (4 x) . Esta avaliação mesoscópica é de grande utilidade na percepção panorâmica…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: reticulínicas
Classificação original: Não classificado