Capítulo visual · Casos e séries
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
- 18 lâminas catalogadas
- 18 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 18 de 18 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
Com contrasteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
Com contrasteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
Sem contrasteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
Com contrasteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
Sem contrasteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
Sem contrasteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T1 COM CONTRASTEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T1 COM CONTRASTEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T1 COM CONTRASTEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5
T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: rpgasecg5
Classificação original: Não classificado