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Astrocitoma subependimário de células gigantes — caso 5

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T2. Dois nódulos subependimários calcificados, com ausência de sinal, um no ventrículo lateral E, outro no D. Vários focos de hipersinal na substância branca subcortical dos giros podem ser interpretados como túberesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: rpgasecg5

Classificação original: Não classificado

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