Capítulo visual · Casos e séries
Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem s…
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Cisto pineal — caso 1
O conteúdo do cisto tem sinal intermediário entre o da substância cinzenta e o da branca neste corte em FLAIR, onde a água livre é suprimida e o líquor tem ausência de sinal. Isto sugere riqueza em macromoléculas no interior do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Cisto pineal — caso 1
Imagem anatomopatológica associada a rpgcistopineal1, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES SAGITAIS, T2. Formação cística multiloculada, de limites nítidos, situada na topografia da glândula pineal, entre o esplênio do corpo caloso e a placa quadrigeminal. Causa discreta compressão do aqueduto cerebral, que ainda se encontra patente. O conteúdo do cisto tem sinal discretamente menor que o do líquor,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, FLAIR. As cavidades ventriculares estão de volume normal e não há transudação liquórica transependimária (ausência de hidrocefalia hipertensiva)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, FLAIR. As cavidades ventriculares estão de volume normal e não há transudação liquórica transependimária (ausência de hidrocefalia hipertensiva)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, FLAIR. As cavidades ventriculares estão de volume normal e não há transudação liquórica transependimária (ausência de hidrocefalia hipertensiva)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, FLAIR. As cavidades ventriculares estão de volume normal e não há transudação liquórica transependimária (ausência de hidrocefalia hipertensiva)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, FLAIR. As cavidades ventriculares estão de volume normal e não há transudação liquórica transependimária (ausência de hidrocefalia hipertensiva)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, FLAIR. As cavidades ventriculares estão de volume normal e não há transudação liquórica transependimária (ausência de hidrocefalia hipertensiva)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cisto pineal — caso 1
CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE. Demonstram o cisto entre os tálamos e o esplênio do corpo caloso, comprimindo a placa quadrigêmea um pouco para frente. Com contraste (quadro comparativo abaixo), há leve e discutível impregnação da parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: rpgcistopineal1
Classificação original: Não classificado