Capítulo visual · Casos e séries

Tumor neuroectodérmico primitivo periférico — caso 2A

Corte transversal pelo corpo vertebral de T10, normal. Notar textura do osso esponjoso do corpo vertebral e a fina margem de osso compacto

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    Tumor neuroectodérmico primitivo periférico — caso 2A

    Mielotomografia computadorizada (MieloTC), cortes sagitais. Exame realizado após injeção de contraste no fundo de saco dural, que realça o líquor entre as raízes da cauda eqüina. O contraste não se difunde cranialmente porque o canal está bloqueado pelo tumor. A vértebra L1 mostra radiodensidade heterogênea, traduzind…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    A coluna de líquor, brilhante em T2 e escura em T1, interrompe-se ao nível da vértebra T12, devido ao tumor que preenche o canal vertebral, comprimindo o cone medular e as raízes da cauda eqüinaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    COMPARAÇÃO de imagem axial em T2 e duas imagens sagitais, em T1 sem contraste e tomografia computadorizada. Vértebra L1 assinalada nas 3 imagens. No corte axial, há heterogeneidade de sinal no corpo de L1, devido à infiltração tumoral. A camada de osso compacto que circunda o canal vertebral está interrompida (lise ós…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Mielotomografia computadorizada (MieloTC) - axial. Cortes 1 a 4. A primeira vértebra demonstrada é L1, em 4 cortes: do platô superior do corpo vertebral (corte 1) ao platô inferior (corte 4), mostrando áreas de esclerose (mais densa) e lise óssea (menos densa). O canal vertebral está obliterado pelo tumor e não mostra…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Tumor neuroectodérmico primitivo periférico — caso 2A

    O líquor no fundo de saco dural brilha em T2 aproximadamente do corpo de L3 (onde termina o tumor) para baixo. Em T1, o fundo de saco dural aparece em escuro. O disco L5-S1 está desidratado (hipossinal em T2 em comparação com os discos acima) e faz pequena protrusão posteriorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    O líquor no fundo de saco dural brilha em T2 aproximadamente do corpo de L3 (onde termina o tumor) para baixo. Em T1, o fundo de saco dural aparece em escuro. O disco L5-S1 está desidratado (hipossinal em T2 em comparação com os discos acima) e faz pequena protrusão posteriorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Tumor neuroectodérmico primitivo periférico — caso 2A

    COLUNA LOMBAR, CORTE PARASAGITAL mostrando o comprometimento do foramen de conjugação L1-L2 pelo tumor. Os foramens intervertebrais, situados entre os pedículos das vértebras, dão passagem às raízes espinais. Na região lombar, as raízes passam na parte superior do foramen, e o resto é preenchido por tecido adiposo, qu…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Tumor neuroectodérmico primitivo periférico — caso 2A

    COLUNA LOMBAR, CORTE PARASAGITAL mostrando o comprometimento do foramen de conjugação L1-L2 pelo tumor. Os foramens intervertebrais, situados entre os pedículos das vértebras, dão passagem às raízes espinais. Na região lombar, as raízes passam na parte superior do foramen, e o resto é preenchido por tecido adiposo, qu…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: rpgppnet2a

Classificação original: Não classificado