1. Histopatologia
  2. ›
  3. Atlas
  4. ›
  5. Sistema nervoso

Capítulo visual · Doenças e lesões

Displasia cortical — caso 7E

S-100. Nesta lâmina escaneada, a reação IH para proteína S-100 aproxima-se da notada com vimentina, mostrando ilhotas de células fortemente reativas, que se destacam como 'manchas' contra o fundo. Numa primeira vista parecem artefatos, mas, com aumento forte, e como com viment…

  • 429 lâminas catalogadas
  • 429 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 429 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    Ki-67. Marcação entre 1 e 3% dos núcleos, conforme a área, em estimativa visual sem contagem. Núcleos positivos não raro aparecem aos pares. Não foram observadas mitosesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    Ki-67. Marcação entre 1 e 3% dos núcleos, conforme a área, em estimativa visual sem contagem. Núcleos positivos não raro aparecem aos pares. Não foram observadas mitosesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    Vimentina, contudo, é inespecífica e não colabora na classificação histológica do tumor como paraganglioma. Para isso, ver marcadores neurais abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    Vimentina, contudo, é inespecífica e não colabora na classificação histológica do tumor como paraganglioma. Para isso, ver marcadores neurais abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    VIM. Relações células-vasos. As células apresentam tendência à disposição perivascular radiada. O endotélio vascular é vimentina positivo, o colágeno, evidentemente, não se marca. Vimentina é um filamento intermediário do citoesqueleto e, portanto, um componente do citoplasma. As fibras colágenas são extracelularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    Vimentina, contudo, é inespecífica e não colabora na classificação histológica do tumor como paraganglioma. Para isso, ver marcadores neurais abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    Vimentina, contudo, é inespecífica e não colabora na classificação histológica do tumor como paraganglioma. Para isso, ver marcadores neurais abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    VIM. Relações células-vasos. As células apresentam tendência à disposição perivascular radiada. O endotélio vascular é vimentina positivo, o colágeno, evidentemente, não se marca. Vimentina é um filamento intermediário do citoesqueleto e, portanto, um componente do citoplasma. As fibras colágenas são extracelularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Paraganglioma — caso 5B

    VIM. Relações células-vasos. As células apresentam tendência à disposição perivascular radiada. O endotélio vascular é vimentina positivo, o colágeno, evidentemente, não se marca. Vimentina é um filamento intermediário do citoesqueleto e, portanto, um componente do citoplasma. As fibras colágenas são extracelularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Paraganglioma — caso 5B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Displasia cortical — caso 7E

    As ilhotas são formadas por astrócitos displásicosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Displasia cortical — caso 7E

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Displasia cortical — caso 7E

    Imagem anatomopatológica associada a S-100, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Displasia cortical — caso 7E

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Displasia cortical — caso 7E

    Imagem anatomopatológica associada a S-100, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Displasia cortical — caso 7E

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Displasia cortical — caso 7E

    Imagem anatomopatológica associada a S-100, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Displasia cortical — caso 7EAbrir lâmina virtual de Displasia cortical — caso 7E

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Displasia cortical — caso 7E

    Imagem anatomopatológica associada a S-100, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Displasia cortical — caso 7EAbrir lâmina virtual de Displasia cortical — caso 7E

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Displasia cortical — caso 7E

    Imagem anatomopatológica associada a S-100, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Displasia cortical — caso 7EAbrir lâmina virtual de Displasia cortical — caso 7E

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Vale o que já foi comentado para o elemento glioneuronal específico acima. Os astrócitos são escassos e largamente superados pelos oligodendrócitos. Estes e os neurônios são negativos. Vasos se destacam pelos prolongamentos astrocitários a eles aderidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Tumor neuroepitelial disembrioplásico — caso 9F

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Página anteriorPágina 10 de 18Próxima página

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: S-100

Classificação original: Não classificado

  • Consultar fonte original
  • Consultar fonte original
  • Consultar fonte original
  • Consultar fonte original