Capítulo visual · Doenças e lesões
Tumores do parênquima da pineal
Pineocitoma HE - Rosetas pineocitomatosas. Principal elemento diagnóstico deste raro tumor de pineocitos, as rosetas ditas 'pineocitomatosas' lembram as rosetas de Homer Wright, mas são maiores, com ampla área central anucleada composta por prolongamentos das células neoplásic…
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Tumores do parênquima da pineal
Ki-67. Positividade variou entre os casos, desde cerca de 1% a 10%. Na literatura descrevem-se valores baixos, consistentes com o grau I atribuído a este tumor pela OMS. Valores mais altos podem indicar formas com diferenciação intermediária e maior agressividadeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Positividade variou entre os casos, desde cerca de 1% a 10%. Na literatura descrevem-se valores baixos, consistentes com o grau I atribuído a este tumor pela OMS. Valores mais altos podem indicar formas com diferenciação intermediária e maior agressividadeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tumores do parênquima da pineal
GFAP. Este marcador de astrócitos é negativo no tumor. Pode ser observada marcação de astrócitos peritumorais ou em tecido infiltrado pelo tumor. Ocasionalmente, pode ser vista marcação em células com morfologia compatível com a de elementos neoplásicos, pela semelhança dos núcleos e escassez de citoplasma, sem prolon…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Este marcador de astrócitos é negativo no tumor. Pode ser observada marcação de astrócitos peritumorais ou em tecido infiltrado pelo tumor. Ocasionalmente, pode ser vista marcação em células com morfologia compatível com a de elementos neoplásicos, pela semelhança dos núcleos e escassez de citoplasma, sem prolon…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Positividade variou entre os casos, desde cerca de 1% a 10%. Na literatura descrevem-se valores baixos, consistentes com o grau I atribuído a este tumor pela OMS. Valores mais altos podem indicar formas com diferenciação intermediária e maior agressividadeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tumores do parênquima da pineal
Ki-67. Positividade variou entre os casos, desde cerca de 1% a 10%. Na literatura descrevem-se valores baixos, consistentes com o grau I atribuído a este tumor pela OMS. Valores mais altos podem indicar formas com diferenciação intermediária e maior agressividadeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. De modo geral negativo nas células tumorais, com algumas células positivas. Podem representar elementos com diferenciação glial, como já comentado para GFAP, acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Este marcador de astrócitos é negativo no tumor. Pode ser observada marcação de astrócitos peritumorais ou em tecido infiltrado pelo tumor. Ocasionalmente, pode ser vista marcação em células com morfologia compatível com a de elementos neoplásicos, pela semelhança dos núcleos e escassez de citoplasma, sem prolon…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. De modo geral negativo nas células tumorais, com algumas células positivas. Podem representar elementos com diferenciação glial, como já comentado para GFAP, acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. De modo geral negativo nas células tumorais, com algumas células positivas. Podem representar elementos com diferenciação glial, como já comentado para GFAP, acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. De modo geral negativo nas células tumorais, com algumas células positivas. Podem representar elementos com diferenciação glial, como já comentado para GFAP, acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. De modo geral negativo nas células tumorais, com algumas células positivas. Podem representar elementos com diferenciação glial, como já comentado para GFAP, acimaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Atipias nucleares. De modo geral são raras nos pineocitomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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SNF. Sinaptofisina, outro marcador de linhagem neuronal ou neuroendócrina, repete os resultados com NF. A positividade é mais forte no centro das rosetas, mas também é observada no citoplasma e no interstício entre as célulasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Proteína de neurofilamento, um marcador de linhagem neuronal, é positiva principalmente no centro das rosetas pineocitomatosas, por vezes permitindo visualizar os finos prolongamentos celulares. Em alguns casos, é possível demonstrar as expansões bulbosas, também presentes em pineocitos normais . A marcação pode o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Positiva só em vasos, negativa nas células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Atipias nucleares. De modo geral são raras nos pineocitomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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SNF. Sinaptofisina, outro marcador de linhagem neuronal ou neuroendócrina, repete os resultados com NF. A positividade é mais forte no centro das rosetas, mas também é observada no citoplasma e no interstício entre as célulasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Esfregaço com pseudorrosetas. Encontro de formações rosetóides em esfregaços do tumor pode antecipar o diagnóstico de pineocitomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Proteína de neurofilamento, um marcador de linhagem neuronal, é positiva principalmente no centro das rosetas pineocitomatosas, por vezes permitindo visualizar os finos prolongamentos celulares. Em alguns casos, é possível demonstrar as expansões bulbosas, também presentes em pineocitos normais . A marcação pode o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Proteína de neurofilamento, um marcador de linhagem neuronal, é positiva principalmente no centro das rosetas pineocitomatosas, por vezes permitindo visualizar os finos prolongamentos celulares. Em alguns casos, é possível demonstrar as expansões bulbosas, também presentes em pineocitos normais . A marcação pode o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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SNF. Sinaptofisina, outro marcador de linhagem neuronal ou neuroendócrina, repete os resultados com NF. A positividade é mais forte no centro das rosetas, mas também é observada no citoplasma e no interstício entre as célulasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Positiva só em vasos, negativa nas células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cromogranina. Resultado semelhante aos acima, mas menos forte ou constanteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: tumores do parênquima da pineal
Classificação original: Não classificado