Capítulo visual · Doenças e lesões
Tumores germinativos _
Glândula pineal normal - HE e imunohistoquímica
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GFAP. Marca a parede glial dos cistos e os astrócitos que dão suporte aos pineocitos. Os astrócitos constituem 5-10% do total de células da pinealDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Fibras gliais. Os prolongamentos astrocitários formam delicada trama entre os pineocitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Positiva em astrócitos fibrosos da parede dos cistos, e em células endoteliais. Os astrócitos do parênquima não são marcadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Positiva em astrócitos fibrosos da parede dos cistos, e em células endoteliais. Os astrócitos do parênquima não são marcadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S100. Também demonstra o componente astrocitário da pineal (resultado semelhante ao com GFAP)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Positivo nos pineocitos, negativo na margem glial dos cistos pineais. Nos pineocitos a positividade é citoplasmática e variávelDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Rosetas perivasculares. O anticorpo destaca fortemente os prolongamentos dos pineocitos dirigidos a vasos. As dilatações bulbosas terminais de alguns destes prolongamentos são bem demonstradasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Rosetas perivasculares. O anticorpo destaca fortemente os prolongamentos dos pineocitos dirigidos a vasos. As dilatações bulbosas terminais de alguns destes prolongamentos são bem demonstradasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Positivo nos pineocitos, negativo na margem glial dos cistos pineais. Nos pineocitos a positividade é citoplasmática e variávelDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Rosetas perivasculares. O anticorpo destaca fortemente os prolongamentos dos pineocitos dirigidos a vasos. As dilatações bulbosas terminais de alguns destes prolongamentos são bem demonstradasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Rosetas perivasculares. O anticorpo destaca fortemente os prolongamentos dos pineocitos dirigidos a vasos. As dilatações bulbosas terminais de alguns destes prolongamentos são bem demonstradasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD34. Positivo em células endoteliais, demonstra o arcabouço vascular. Os pineocitos são negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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EMA. Positivo nas células da aracnóide que circundam a glândula pinealDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Esta glândula pineal normal foi obtida da autópsia de um paciente do sexo masculino, 38 anos, portador de síndrome hemofagocítica. O cérebro era macro- e microscopicamente normal. A imagem escaneada da lâmina mostra três cistos de parede glial no parênquima da glândula, dois contendo material róseo amorfo. Externament…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cistos. Sua parede é densamente gliótica, constituída por astrócitos com prolongamentos ondulados e tortuosos, lembrando um astrocitoma pilocítico. Há fibras de RosenthalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Pineocitos. São as células principais da pineal. São derivados de neurônios, mas não têm axônio. Têm formato mais ou menos poligonal, com prolongamentos. Alguns destes terminam na parede de pequenos vasos, com expansões terminais em forma de bulbo, demonstráveis por imunohistoquímica para marcadores neuronais, como NF…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Pineocitos. São as células principais da pineal. São derivados de neurônios, mas não têm axônio. Têm formato mais ou menos poligonal, com prolongamentos. Alguns destes terminam na parede de pequenos vasos, com expansões terminais em forma de bulbo, demonstráveis por imunohistoquímica para marcadores neuronais, como NF…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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O mecanismo molecular do relógio biológico ainda é pouco compreendido. Em Drosophila , deve-se a variações da expressão de certos genes, que são controlados através de alças de retroalimentação negativas com retardo. Quando os genes são transcritos, os seus produtos acumulam, migram para o núcleo onde inibem a transcr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado