Capítulo visual · Doenças e lesões

Xantoastrocitomas pleomórficos

GFAP. Era difusamente positivo nas células neoplásicas, com variações de intensidade. Havia células fortemente marcadas, outras negativas

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    Xantoastrocitomas pleomórficos

    VIM. Com vimentina, a marcação era mais uniforme que com GFAP, e geralmente fortemente positiva no citoplasma. Foi a técnica que melhor demonstrou o caráter lipidizado das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Xantoastrocitomas pleomórficos

    VIM. Com vimentina, a marcação era mais uniforme que com GFAP, e geralmente fortemente positiva no citoplasma. Foi a técnica que melhor demonstrou o caráter lipidizado das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitomas pleomórficos

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    Xantoastrocitomas pleomórficos

    Em áreas, as células mais positivas margeavam vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    SNF. Resultados semelhantes aos com NFDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitomas pleomórficos

    S-100. A marcação foi variável, com uma interessante diferença. A área fusocelular era fortemente positiva, as áreas gemistocíticas quase totalmente negativas, embora algumas células se marcassem. Marcação geralmente nuclear e citoplasmáticaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: xantoastrocitomas pleomórficos

Classificação original: Não classificado