Osteomielite crônica
Também chamada de infecção óssea crônica · em inglês: chronic osteomyelitis
Ossos e partes moles · Osso, Medula óssea, Periósteo
Sequência molecular e celular, exames complementares e diferenciais.
Objetivos de aprendizagem
- Reconhecer sequestro, involucro e cloaca como tradução morfológica da infecção persistente.
- Distinguir osso necrótico infectado de osso reativo viável.
- Relacionar histologia a cultura profunda, imagem e necessidade de controle cirúrgico do foco.
Definição
Infecção persistente do osso e da medula, caracterizada por necrose óssea desvitalizada, inflamação crônica e reparo reativo, frequentemente com sequestro, involucro e trajeto fistuloso.
Antes de olhar a lâmina: a histologia normal
Uma alteração só é alteração em relação a alguma coisa. Estabeleça a referência primeiro.
Osso normal — trabéculas viáveis e medula
Osteócitos ocupando lacunas, trabéculas organizadas e medula sem exsudato, fibrose ou tecido de granulação.
Etiologia e fatores de risco
Bactérias piogênicas, frequentemente Staphylococcus aureus
infecciosa
Chegam por via hematogênica, extensão contígua, trauma, cirurgia ou implante e persistem em osso avascular ou biofilme.
Infecção associada a fratura exposta, material ortopédico ou úlcera crônica
iatrogenica
Barreira rompida e tecido pouco perfundido permitem inoculação direta e dificultam resposta imune e antibiótico.
Fatores de risco
- Diabetes, doença vascular e neuropatiaestabelecido — Úlceras, hipóxia e resposta imune prejudicada facilitam extensão ao osso e impedem cicatrização.
- Trauma aberto ou próteseestabelecido — Inoculam microrganismos e oferecem superfície para biofilme resistente.
Do gatilho à manifestação clínica
Cada seta responde a uma pergunta: por que o próximo evento acontece?
Mecanismo patológico geral
O conceito reutilizável primeiro, a aplicação a esta doença depois. Separar os dois é o que permite reconhecer o mesmo mecanismo em outro órgão.
Infecção persistente
Agentes que sobrevivem dentro de fagócitos ou em nichos protegidos impõem uma resposta prolongada. A morfologia resultante fala mais da estratégia de evasão do agente do que de sua identidade: quem bloqueia a fusão fagolisossomal produz granuloma; quem lisa a célula produz supuração. Identificar o agente exige coloração especial, cultura ou biologia molecular — a morfologia sugere, raramente prova.
Nesta doença: Bactérias permanecem em osso avascular e biofilme, protegidas de fagócitos e de concentrações adequadas de antimicrobianos.
Necrose coagulativa
Morte celular acidental em que a desnaturação das proteínas — inclusive das enzimas lisossomais — supera a proteólise. O tecido morre mas mantém o contorno por dias: o "fantasma" da arquitetura permanece legível, sem núcleos. É o padrão típico da isquemia em órgãos sólidos, exceto no sistema nervoso central.
Nesta doença: Pressão do exsudato, trombose e descolamento periosteal interrompem a perfusão; trabéculas morrem e formam o sequestro.
Inflamação crônica
Quando o agente não é eliminado, o infiltrado muda de composição: linfócitos, plasmócitos e macrófagos substituem os neutrófilos, e destruição e reparo passam a acontecer ao mesmo tempo, no mesmo lugar. Essa simultaneidade é o que produz fibrose e deformidade — o dano crônico é obra tanto do agente quanto da resposta.
Nesta doença: Linfócitos, plasmócitos, histiócitos e surtos neutrofílicos mantêm destruição óssea e tecido de granulação ao redor do foco.
Reparo e fibrose
Quando o parênquima perdido não pode ser reposto — porque as células não se dividem, porque a matriz de suporte foi destruída, ou porque a agressão persiste — o tecido é substituído por colágeno. O reparo restaura a continuidade, não a função. Fibrose é reparo que não sabe parar, e o custo é rigidez, retração e distorção arquitetural permanente.
Nesta doença: Periósteo viável deposita novo osso ao redor do sequestro, formando o involucro, enquanto fibrose organiza a cavidade e o trajeto de drenagem.
Cadeia causal específica
Gatilho / etiologia
Microrganismo alcança osso vulnerável
Bacteremia, contiguidade ou inoculação direta coloca o agente em medula, córtex ou superfície de implante.
Alvo molecular ou celular
Microcirculação óssea e interfaces com material estranho
Vasos terminais e superfícies de biofilme tornam a eliminação especialmente difícil.
Resposta celular
Supuração e ativação osteoclástica
Neutrófilos e citocinas destroem tecido, enquanto osteoclastos ampliam reabsorção.
Na lâmina: Pus, debris e lacunas de reabsorção.
Resposta tecidual
Necrose avascular forma o sequestro
Trombose e pressão separam fragmento morto do osso perfundido.
Na lâmina: Trabéculas com lacunas vazias cercadas por granulação.
Achado morfológico
Involucro e cloaca tentam conter e drenar
Periósteo forma osso novo ao redor do foco; uma abertura permite saída de pus à superfície.
Complicação
Fístula, fratura, sepse ou transformação escamosa rara
Persistência destrói suporte, dissemina agente e mantém epitélio fistuloso sob irritação por anos.
Macroscopia
Fragmento de osso morto separado, cercado por pus e tecido de granulação
Sugestivo- Por que aparece:
- Necrose avascular cria sequestro que abriga bactérias.
- O que significa:
- Foco protegido explica recorrência e necessidade frequente de desbridamento.
Casca de osso novo com abertura de drenagem
Sugestivo- Por que aparece:
- Reação periosteal forma involucro e cloaca.
- O que significa:
- Documenta tentativa de contenção e caminho para fístula cutânea.
No microscópio, na ordem certa
Panorâmica → arquitetura → compartimento → padrão celular → citologia → síntese.
Procure primeiro: Mapeie osso necrótico, osso reativo, cavidade supurativa, tecido de granulação e eventual trajeto fistuloso.
Sequestro central circundado por inflamação e osso reativo
Sugestivo- Por que aparece:
- Separação de fragmento avascular dentro de foco infectado persistente.
- O que significa:
- Reconstrói a cronicidade e explica falha de antibiótico isolado.
Síntese diagnóstica
O padrão reúne osso necrótico, inflamação e reparo reativo. Histologia confirma o processo e exclui tumor; cultura de tecido profundo e imagem definem agente e extensão.
Lâminas de referência
Catalogadas nos atlas de origem. Seleção editorial primeiro; o inventário completo de cada entrada fica a um clique.
Demais referências catalogadas (55)
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Osteomielite crônica
Osteomielite crônica Lam. A. 158Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
OSTEOCLASTOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Macroscopia Direitos aprovados
Osteomielite crônica
OSTEOCLASTOS VS OSTEOBLASTOS. Na osteomielite há contínua reabsorção de trabéculas e deposição de matriz óssea neoformada. O primeiro processo deve-se à ação de osteoclastos , e o segundo a osteoblastos . Os osteoclastos são macrófagos , freqüentemente multinucleados. A região reabsorvida aparece como uma indentação o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
OSTEOMIELITE PURULENTA AGUDA SEQÜESTROS ÓSSEOS AÇÃO DOS OSTEOCLASTOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
SEQÜESTROS. A formação de seqüestros é uma importante feição das osteomielites crônicas. Seqüestros são fragmentos de osso necrótico originados de trabéculas ósseas. A necrose decorre de vários fatores: a) lesão vascular extrínseca: compressão extrínseca de vasos por abscessos subperiosteais ou pressão do exsudato sob…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
NEOFORMAÇÃO ÓSSEA. A reação inflamatória crônica acompanha-se de deposição de osso novo. Nestas regiões, há síntese de novas trabéculas pelos osteoblastos , constituindo uma forma de reparo. As novas trabéculas são mais irregulares e mais celulares que as normais (contêm mais osteócitos). A matriz óssea neoformada não…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NEOFORMAÇÃO ÓSSEA. A reação inflamatória crônica acompanha-se de deposição de osso novo. Nestas regiões, há síntese de novas trabéculas pelos osteoblastos , constituindo uma forma de reparo. As novas trabéculas são mais irregulares e mais celulares que as normais (contêm mais osteócitos). A matriz óssea neoformada não…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NEOFORMAÇÃO ÓSSEA. A reação inflamatória crônica acompanha-se de deposição de osso novo. Nestas regiões, há síntese de novas trabéculas pelos osteoblastos , constituindo uma forma de reparo. As novas trabéculas são mais irregulares e mais celulares que as normais (contêm mais osteócitos). A matriz óssea neoformada não…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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EXSUDATO FIBRINO-PURULENTODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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OSSO LAMELAR OU MADURO VS. OSSO NEOFORMADODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
Neste outro segmento, a deposição de matriz óssea estimulada pelo processo inflamatório crônico ocorreu por mais tempo, levando a grande espessamento das trabéculas e correspondente redução dos espaços medulares ( hiperostose ). A interface entre a medula óssea e a trabécula freqüentemente mostra fileiras de osteoblas…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
AÇÃO DOS OSTEOBLASTOS. Osteoblastos são as células conjuntivas que sintetizam e depositam matriz óssea. Esta é constituída de proteínas (principalmente colágeno tipo I) e proteoglicanas quimicamente adequadas à futura calcificação. Os osteoblastos são poligonais ou cúbicos e têm citoplasma acidófilo, devido à riqueza…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
AÇÃO DOS OSTEOBLASTOS. Osteoblastos são as células conjuntivas que sintetizam e depositam matriz óssea. Esta é constituída de proteínas (principalmente colágeno tipo I) e proteoglicanas quimicamente adequadas à futura calcificação. Os osteoblastos são poligonais ou cúbicos e têm citoplasma acidófilo, devido à riqueza…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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EXSUDATO FIBRINO-PURULENTODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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OSTEOCLASTOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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OSTEOCLASTOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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OSTEOCLASTOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Osteomielite crônica
ÁREA DE OSTEOMIELITE CRÔNICA. Se há cronificação da osteomielite, há substituição do infiltrado neutrofílico por reação inflamatória crônica inespecífica , com predomínio de plasmócitos . Estes se caracterizam pelo citoplasma fortemente basófilo e núcleo excêntrico. Posteriormente, ocorrerá fibrose dos espaços medular…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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ÁREA DE OSTEOMIELITE CRÔNICA. Se há cronificação da osteomielite, há substituição do infiltrado neutrofílico por reação inflamatória crônica inespecífica , com predomínio de plasmócitos . Estes se caracterizam pelo citoplasma fortemente basófilo e núcleo excêntrico. Posteriormente, ocorrerá fibrose dos espaços medular…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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ÁREA DE OSTEOMIELITE CRÔNICA. Se há cronificação da osteomielite, há substituição do infiltrado neutrofílico por reação inflamatória crônica inespecífica , com predomínio de plasmócitos . Estes se caracterizam pelo citoplasma fortemente basófilo e núcleo excêntrico. Posteriormente, ocorrerá fibrose dos espaços medular…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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OSTEOCLASTOS VS OSTEOBLASTOS. Na osteomielite há contínua reabsorção de trabéculas e deposição de matriz óssea neoformada. O primeiro processo deve-se à ação de osteoclastos , e o segundo a osteoblastos . Os osteoclastos são macrófagos , freqüentemente multinucleados. A região reabsorvida aparece como uma indentação o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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OSTEOCLASTOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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SEQÜESTROS. A formação de seqüestros é uma importante feição das osteomielites crônicas. Seqüestros são fragmentos de osso necrótico originados de trabéculas ósseas. A necrose decorre de vários fatores: a) lesão vascular extrínseca: compressão extrínseca de vasos por abscessos subperiosteais ou pressão do exsudato sob…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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SEQÜESTROS. A formação de seqüestros é uma importante feição das osteomielites crônicas. Seqüestros são fragmentos de osso necrótico originados de trabéculas ósseas. A necrose decorre de vários fatores: a) lesão vascular extrínseca: compressão extrínseca de vasos por abscessos subperiosteais ou pressão do exsudato sob…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Colorações, imuno-histoquímica e molecular
Cada exame responde a uma pergunta. Resultado isolado não é diagnóstico.
Gram, Grocott e Ziehl–Neelsen
- Responde:
- Há bactéria, fungo ou micobactéria demonstrável no tecido?
- Padrão esperado:
- Agente realçado conforme parede e propriedades tintoriais; pode ser negativo em baixa carga ou após antibiótico.
- Limitações:
- Sensibilidade limitada e risco de contaminação; cultura e testes moleculares permanecem necessários.
- Muda o diferencial:
- Agente específico redireciona tratamento e separa infecção piogênica de causas granulomatosas.
Da morfologia ao sintoma
| Achado morfológico | Consequência funcional | Manifestação |
|---|---|---|
| Cloaca e trajeto fistuloso | Drenagem intermitente do foco profundo à pele. | Secreção crônica, cicatriz aderida e exacerbações dolorosas. |
| Destruição cortical e sequestro | Perda de resistência e foco avascular persistente. | Dor, instabilidade, fratura e recorrência após antibiótico. |
Normal × patológico, lado a lado
| Aspecto | Normal | Patológico |
|---|---|---|
| Viabilidade óssea | Osteócitos presentes nas lacunas. | Lacunas vazias no sequestro desvitalizado. |
| Reparo | Remodelamento coordenado. | Involucro irregular ao redor de pus e granulação. |
Diagnósticos diferenciais
Osteonecrose não infectada
- Por que confunde:
- Também apresenta trabéculas mortas com lacunas vazias e reparo periférico.
- Compartilham:
- osso necrótico; fibrose; reação osteoblástica
- Discriminador:
- Supuração, granulação infectada, fístula e cultura positiva favorecem osteomielite.
- Por que confunde:
- Osso reativo exuberante e atipia reparativa podem simular produção tumoral.
- Compartilham:
- formação óssea; celularidade; destruição
- Discriminador:
- Osteossarcoma mostra osteoide produzido por células malignas pleomórficas, não apenas osso reativo organizado.
Complicações e prognóstico
- Fratura patológica — Necrose e reabsorção reduzem continuidade e resistência do osso.
- Carcinoma escamoso em fístula crônica — Irritação epitelial prolongada permite progressão displásica rara na cicatriz.
- Sepse — Exacerbação rompe contenção local e libera bactérias na circulação.
Armadilhas
- Chamar toda osteonecrose de osteomielite.
- Usar swab superficial como representação confiável do agente profundo.
Resumo de alta retenção
- Sequestro é osso morto infectado; involucro é osso novo reativo ao redor.
- Avascularidade e biofilme explicam por que antibiótico isolado frequentemente falha.
- Histologia confirma e exclui neoplasia; cultura profunda identifica o agente.
Autoavaliação
Responda antes de conferir. A devolutiva explica também por que as erradas estão erradas.
Referências, créditos e proveniência
Referências bibliográficas
Entradas catalogadas consolidadas nesta doença
O nome exato encontrado na fonte é preservado. A consolidação é trabalho editorial do Domine Aqui e não é atribuída às instituições de origem.
Crédito das fontes
- Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp — Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original. https://anatpat.unicamp.br/