Capítulo visual · Doenças e lesões
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Necrose coagulativa. Constituia mais de 95% do material, chegando a temer-se, no primeiro bloco examinado, que não seria possível diagnóstico
- 97 lâminas catalogadas
- 97 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 97 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- MacroscopiaHE Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Espécime. Obtido por craniotomia, consistia de abundantes fragmentos branco-acinzentados incluídos totalmente em parafina em duas etapas, resultando quatro blocos. Em lâminas coradas por HE, a quase totalidade do material era necrótico (necrose coagulativa). Escassas áreas de tecido viável permitiram o diagnósticoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Necrose coagulativa. Constituia mais de 95% do material, chegando a temer-se, no primeiro bloco examinado, que não seria possível diagnósticoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Necrose coagulativa. Constituia mais de 95% do material, chegando a temer-se, no primeiro bloco examinado, que não seria possível diagnósticoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Necrose coagulativa. Constituia mais de 95% do material, chegando a temer-se, no primeiro bloco examinado, que não seria possível diagnósticoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Necrose coagulativa. Constituia mais de 95% do material, chegando a temer-se, no primeiro bloco examinado, que não seria possível diagnósticoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração do tecido nervoso, com gliose. Astrócitos gemistocíticos reacionais são notados em meio às células neoplásicas nas poucas áreas de tecido viável. São bem demonstrados por GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração do tecido nervoso, com gliose. Astrócitos gemistocíticos reacionais são notados em meio às células neoplásicas nas poucas áreas de tecido viável. São bem demonstrados por GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração do tecido nervoso, com gliose. Astrócitos gemistocíticos reacionais são notados em meio às células neoplásicas nas poucas áreas de tecido viável. São bem demonstrados por GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração do tecido nervoso, com gliose. Astrócitos gemistocíticos reacionais são notados em meio às células neoplásicas nas poucas áreas de tecido viável. São bem demonstrados por GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
CD20. Marca as células neoplásicas, que pertencem à linhagem B, demonstrando a infiltração linfomatosa difusa e perivascularDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração difusa. As células neoplásicas permeiam o tecido nervoso, denotadas pela marcação por CD20 na membrana plasmática. Os núcleos são atípicos, maiores que os de linfócitos normais, com cromatina frouxa, nucléolo evidente e, ocasionalmente, binucleaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração difusa. As células neoplásicas permeiam o tecido nervoso, denotadas pela marcação por CD20 na membrana plasmática. Os núcleos são atípicos, maiores que os de linfócitos normais, com cromatina frouxa, nucléolo evidente e, ocasionalmente, binucleaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração difusa. As células neoplásicas permeiam o tecido nervoso, denotadas pela marcação por CD20 na membrana plasmática. Os núcleos são atípicos, maiores que os de linfócitos normais, com cromatina frouxa, nucléolo evidente e, ocasionalmente, binucleaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração difusa. As células neoplásicas permeiam o tecido nervoso, denotadas pela marcação por CD20 na membrana plasmática. Os núcleos são atípicos, maiores que os de linfócitos normais, com cromatina frouxa, nucléolo evidente e, ocasionalmente, binucleaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
Infiltração difusa. As células neoplásicas permeiam o tecido nervoso, denotadas pela marcação por CD20 na membrana plasmática. Os núcleos são atípicos, maiores que os de linfócitos normais, com cromatina frouxa, nucléolo evidente e, ocasionalmente, binucleaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Coroas ricas em fibras reticulínicas
CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: coroas ricas em fibras reticulínicas
Classificação original: Hematolinfoide