Capítulo visual · Doenças e lesões

Coroas ricas em fibras reticulínicas

Necrose coagulativa. Constituia mais de 95% do material, chegando a temer-se, no primeiro bloco examinado, que não seria possível diagnóstico

  • 97 lâminas catalogadas
  • 97 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 97 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD68. Marca numerosos macrófagos que não participam da neoplasia, tendo sido recrutados secundariamente devido ao dano tecidual causado pelo tumor. Correspondem a células grânulo-adiposas e fagocitam restos necróticos. Há leve marcação de fundo (inespecífica) do citoplasma de algumas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD68. Marca numerosos macrófagos que não participam da neoplasia, tendo sido recrutados secundariamente devido ao dano tecidual causado pelo tumor. Correspondem a células grânulo-adiposas e fagocitam restos necróticos. Há leve marcação de fundo (inespecífica) do citoplasma de algumas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Infiltração do tecido nervoso, com gliose. Astrócitos gemistocíticos reacionais são notados em meio às células neoplásicas nas poucas áreas de tecido viável. São bem demonstrados por GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Infiltração do tecido nervoso, com gliose. Astrócitos gemistocíticos reacionais são notados em meio às células neoplásicas nas poucas áreas de tecido viável. São bem demonstrados por GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Infiltração difusa. As células neoplásicas permeiam o tecido nervoso, denotadas pela marcação por CD20 na membrana plasmática. Os núcleos são atípicos, maiores que os de linfócitos normais, com cromatina frouxa, nucléolo evidente e, ocasionalmente, binucleaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD3. Marca linfócitos T, que são não neoplásicos e menores que os linfócitos B neoplásicos (estes, não marcados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    GFAP. Demonstra os astrócitos hipertróficos reativos (gemistocíticos), secundários à lesão tecidual. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma abundante e muitos prolongamentos. As células neoplásicas são negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD68. Marca numerosos macrófagos que não participam da neoplasia, tendo sido recrutados secundariamente devido ao dano tecidual causado pelo tumor. Correspondem a células grânulo-adiposas e fagocitam restos necróticos. Há leve marcação de fundo (inespecífica) do citoplasma de algumas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    CD68. Marca numerosos macrófagos que não participam da neoplasia, tendo sido recrutados secundariamente devido ao dano tecidual causado pelo tumor. Correspondem a células grânulo-adiposas e fagocitam restos necróticos. Há leve marcação de fundo (inespecífica) do citoplasma de algumas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Células neoplásicas. São de linhagem linfóide B (ver imunohistoquímica para CD20 ), mas outras células estão presentes, entre elas linfócitos T não neoplásicos (positivos para CD3 ) e macrófagos (positivos para CD68 ). As células neoplásicas mostram núcleos volumosos e hipercromáticos, com variação de volume. Observam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaReticulina Direitos aprovados

    Coroas ricas em fibras reticulínicas

    Infiltração linfomatosa difusa. As células neoplásicas de linhagem linfóide permeiam o tecido nervoso irregularmente, sem limites nítidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: coroas ricas em fibras reticulínicas

Classificação original: Hematolinfoide