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GFAP
GFAP ( glial fibrillary acidic protein ) é um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos. Mostra a concentração de astrócitos na formação hipocampal e estruturas vizinhas. Aqui, scan obtido com 600 dpi ( dots per inch ), foto seguinte com 1200 dpi. Para det…
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GFAP
GFAP. Mescla entre astrócitos (marcados) e macrófagos xantomatosos (não marcados). Muitos astrócitos têm núcleo volumoso e nucléolo evidente, sugerindo alto metabolismo de síntese proteica (no caso, da proteína do citoesqueleto GFAP, que é demonstrada nesta reação). A morfologia das células poderia lembrar a de neurôn…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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NF. A reação imunohistoquímica para proteína de neurofilamento (NF) é um meio eficiente e elegante de demonstrar axônios, tanto em nervos periféricos como no sistema nervoso central. Aqui, mostra muitos axônios remanescentes em meio aos macrófagos, indicando que o processo patológico básico afetou as baínhas de mielin…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. A reação imunohistoquímica para proteína de neurofilamento (NF) é um meio eficiente e elegante de demonstrar axônios, tanto em nervos periféricos como no sistema nervoso central. Aqui, mostra muitos axônios remanescentes em meio aos macrófagos, indicando que o processo patológico básico afetou as baínhas de mielin…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Os axônios remanescentes são muito mais abundantes do que seria esperado, se a etiologia da lesão fosse vascular. No caso de um infarto, os axônios logo degeneram, por serem prolongamentos dos neurônios, que são as células mais sensíveis à anóxiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Os axônios remanescentes são muito mais abundantes do que seria esperado, se a etiologia da lesão fosse vascular. No caso de um infarto, os axônios logo degeneram, por serem prolongamentos dos neurônios, que são as células mais sensíveis à anóxiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. Os axônios remanescentes são muito mais abundantes do que seria esperado, se a etiologia da lesão fosse vascular. No caso de um infarto, os axônios logo degeneram, por serem prolongamentos dos neurônios, que são as células mais sensíveis à anóxiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios desnudos. Apesar da técnica não permitir visualização das baínhas de mielina, os axônios parecem desnudos, pois, em pontos mais frouxos da amostra, não se observam quaisquer vestígios delas. Alguns macrófagos parecem aderidos aos axônios, como se estivessem removendo restos de mielina. Estes aspectos reforçam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Este pequeno vaso mostra espessamento da parede e tumefação dos núcleos das células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios desnudos. Apesar da técnica não permitir visualização das baínhas de mielina, os axônios parecem desnudos, pois, em pontos mais frouxos da amostra, não se observam quaisquer vestígios delas. Alguns macrófagos parecem aderidos aos axônios, como se estivessem removendo restos de mielina. Estes aspectos reforçam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios desnudos. Apesar da técnica não permitir visualização das baínhas de mielina, os axônios parecem desnudos, pois, em pontos mais frouxos da amostra, não se observam quaisquer vestígios delas. Alguns macrófagos parecem aderidos aos axônios, como se estivessem removendo restos de mielina. Estes aspectos reforçam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Com vimentina, há forte marcação dos macrófagos, lembrando o aspecto visto com CD68 . Contudo, há positividade também em astrócitos e vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Com vimentina, há forte marcação dos macrófagos, lembrando o aspecto visto com CD68 . Contudo, há positividade também em astrócitos e vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Com vimentina, há forte marcação dos macrófagos, lembrando o aspecto visto com CD68 . Contudo, há positividade também em astrócitos e vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Com vimentina, há forte marcação dos macrófagos, lembrando o aspecto visto com CD68 . Contudo, há positividade também em astrócitos e vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado