Capítulo visual · Colorações e marcadores
GFAP
GFAP ( glial fibrillary acidic protein ) é um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos. Mostra a concentração de astrócitos na formação hipocampal e estruturas vizinhas. Aqui, scan obtido com 600 dpi ( dots per inch ), foto seguinte com 1200 dpi. Para det…
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GFAP
VIM. Com vimentina, há forte marcação dos macrófagos, lembrando o aspecto visto com CD68 . Contudo, há positividade também em astrócitos e vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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VIM. Com vimentina, há forte marcação dos macrófagos, lembrando o aspecto visto com CD68 . Contudo, há positividade também em astrócitos e vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Possíveis células de Creutzfeldt. Os astrócitos abaixo parecem ter múltiplos pequenos núcleos, qualificando como células de Creutzfeldt . Em algumas células, os núcleos são obscurecidos pela forte reação citoplasmática para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP
GFAP. Mescla entre astrócitos (marcados) e macrófagos xantomatosos (não marcados). Muitos astrócitos têm núcleo volumoso e nucléolo evidente, sugerindo alto metabolismo de síntese proteica (no caso, da proteína do citoesqueleto GFAP, que é demonstrada nesta reação). A morfologia das células poderia lembrar a de neurôn…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Mescla entre astrócitos (marcados) e macrófagos xantomatosos (não marcados). Muitos astrócitos têm núcleo volumoso e nucléolo evidente, sugerindo alto metabolismo de síntese proteica (no caso, da proteína do citoesqueleto GFAP, que é demonstrada nesta reação). A morfologia das células poderia lembrar a de neurôn…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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NF. A reação imunohistoquímica para proteína de neurofilamento (NF) é um meio eficiente e elegante de demonstrar axônios, tanto em nervos periféricos como no sistema nervoso central. Aqui, mostra muitos axônios remanescentes em meio aos macrófagos, indicando que o processo patológico básico afetou as baínhas de mielin…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios desnudos. Apesar da técnica não permitir visualização das baínhas de mielina, os axônios parecem desnudos, pois, em pontos mais frouxos da amostra, não se observam quaisquer vestígios delas. Alguns macrófagos parecem aderidos aos axônios, como se estivessem removendo restos de mielina. Estes aspectos reforçam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios desnudos. Apesar da técnica não permitir visualização das baínhas de mielina, os axônios parecem desnudos, pois, em pontos mais frouxos da amostra, não se observam quaisquer vestígios delas. Alguns macrófagos parecem aderidos aos axônios, como se estivessem removendo restos de mielina. Estes aspectos reforçam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios desnudos. Apesar da técnica não permitir visualização das baínhas de mielina, os axônios parecem desnudos, pois, em pontos mais frouxos da amostra, não se observam quaisquer vestígios delas. Alguns macrófagos parecem aderidos aos axônios, como se estivessem removendo restos de mielina. Estes aspectos reforçam…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Alguns astrócitos mostram finos vacúolos no citoplasma, presumivelmente de lípidesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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IH : CD34, CD68, CD3, CD20, Ki67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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IH : CD34, CD68, CD3, CD20, Ki67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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IH : CD34, CD68, CD3, CD20, Ki67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Lâminas escaneadas em resolução maior (1200 dpi). A melhor coincidência entre as áreas mais fortemente marcadas é entre S-100 e CD34. Muitas destas áreas são também positivas para VIM, mas não todas. GFAP não marca estas áreas, sugerindo que as células positivas para S-100, CD34 e VIM não o são para GFAP. Nos quadros…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Lâminas escaneadas em resolução maior (1200 dpi). A melhor coincidência entre as áreas mais fortemente marcadas é entre S-100 e CD34. Muitas destas áreas são também positivas para VIM, mas não todas. GFAP não marca estas áreas, sugerindo que as células positivas para S-100, CD34 e VIM não o são para GFAP. Nos quadros…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Nesta lâmina escaneada, além do pequeno xantoastrocitoma detalhado na outra página , a distribuição da positividade é irregular. Os lugares mais positivos correspondem a maior concentração de astrócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Lâminas escaneadas em resolução maior (1200 dpi). A melhor coincidência entre as áreas mais fortemente marcadas é entre S-100 e CD34. Muitas destas áreas são também positivas para VIM, mas não todas. GFAP não marca estas áreas, sugerindo que as células positivas para S-100, CD34 e VIM não o são para GFAP. Nos quadros…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Lâminas escaneadas em resolução maior (1200 dpi). A melhor coincidência entre as áreas mais fortemente marcadas é entre S-100 e CD34. Muitas destas áreas são também positivas para VIM, mas não todas. GFAP não marca estas áreas, sugerindo que as células positivas para S-100, CD34 e VIM não o são para GFAP. Nos quadros…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Gliose da camada molecular. Uma fina orla de positividade submeníngea (logo abaixo da pia-máter) é notada na camada molecular do córtex cerebral, indicando gliose. Em aumentos mais fortes, observam-se astrócitos mais numerosos que o habitual. Vários têm citoplasma também mais abundante, tomando aspecto gemistocí…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Gliose da camada molecular. Uma fina orla de positividade submeníngea (logo abaixo da pia-máter) é notada na camada molecular do córtex cerebral, indicando gliose. Em aumentos mais fortes, observam-se astrócitos mais numerosos que o habitual. Vários têm citoplasma também mais abundante, tomando aspecto gemistocí…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Gliose da camada molecular. Uma fina orla de positividade submeníngea (logo abaixo da pia-máter) é notada na camada molecular do córtex cerebral, indicando gliose. Em aumentos mais fortes, observam-se astrócitos mais numerosos que o habitual. Vários têm citoplasma também mais abundante, tomando aspecto gemistocí…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Gliose da camada molecular. Uma fina orla de positividade submeníngea (logo abaixo da pia-máter) é notada na camada molecular do córtex cerebral, indicando gliose. Em aumentos mais fortes, observam-se astrócitos mais numerosos que o habitual. Vários têm citoplasma também mais abundante, tomando aspecto gemistocí…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado