Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica
A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…
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Imunohistoquímica
EMA. Antígeno epitelial de membrana foi fortemente positivo em grupos de células nas porções internas do epitélio, ficando as células basais e muitas outras células escamosas internas negativas. O comportamento das células fantasma repetiu os antígenos epiteliais anteriores, ficando negativas, com positividade forte n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Imunohistoquímica
EMA. Antígeno epitelial de membrana foi fortemente positivo em grupos de células nas porções internas do epitélio, ficando as células basais e muitas outras células escamosas internas negativas. O comportamento das células fantasma repetiu os antígenos epiteliais anteriores, ficando negativas, com positividade forte n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
EMA. Antígeno epitelial de membrana foi fortemente positivo em grupos de células nas porções internas do epitélio, ficando as células basais e muitas outras células escamosas internas negativas. O comportamento das células fantasma repetiu os antígenos epiteliais anteriores, ficando negativas, com positividade forte n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
VIM. Positivo em vasos, fibroblastos, macrófagos e células inflamatórias dos eixos conjuntivo-vascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
CK5/6. Citoqueratinas básicas de 58 e 56 kD respectivamente, encontradas em epitélios escamosos. Houve tendência a marcação das porções internas do epitélio (células reticulares ou estreladas), ficando as células basais negativas. As células fantasma não se marcaram, mas células vizinhas a estas (formas de transição)…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
CK5/6. Citoqueratinas básicas de 58 e 56 kD respectivamente, encontradas em epitélios escamosos. Houve tendência a marcação das porções internas do epitélio (células reticulares ou estreladas), ficando as células basais negativas. As células fantasma não se marcaram, mas células vizinhas a estas (formas de transição)…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
CK5/6. Positivo focal, padrão semelhante a CK7Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK5/6. Citoqueratinas básicas de 58 e 56 kD respectivamente, encontradas em epitélios escamosos. Houve tendência a marcação das porções internas do epitélio (células reticulares ou estreladas), ficando as células basais negativas. As células fantasma não se marcaram, mas células vizinhas a estas (formas de transição)…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
CK5/6. Citoqueratinas básicas de 58 e 56 kD respectivamente, encontradas em epitélios escamosos. Houve tendência a marcação das porções internas do epitélio (células reticulares ou estreladas), ficando as células basais negativas. As células fantasma não se marcaram, mas células vizinhas a estas (formas de transição)…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK5/6. Citoqueratinas básicas de 58 e 56 kD respectivamente, encontradas em epitélios escamosos. Houve tendência a marcação das porções internas do epitélio (células reticulares ou estreladas), ficando as células basais negativas. As células fantasma não se marcaram, mas células vizinhas a estas (formas de transição)…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
CK5/6. Citoqueratinas básicas de 58 e 56 kD respectivamente, encontradas em epitélios escamosos. Houve tendência a marcação das porções internas do epitélio (células reticulares ou estreladas), ficando as células basais negativas. As células fantasma não se marcaram, mas células vizinhas a estas (formas de transição)…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
CEA. Antígeno cárcino-embriônico. Negativo no tumor (alguns focos de positividade fraca). As células fantasma foram negativas, com positividade forte nas células da periferia dos agrupamentosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
VIM. Positivo em vasos, fibroblastos, macrófagos e células inflamatórias dos eixos conjuntivo-vascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embriônico. Negativo no tumor (alguns focos de positividade fraca). As células fantasma foram negativas, com positividade forte nas células da periferia dos agrupamentosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embriônico. Negativo no tumor (alguns focos de positividade fraca). As células fantasma foram negativas, com positividade forte nas células da periferia dos agrupamentosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcação de cerca de 5% dos núcleosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
Ki-67. Houve marcação de cerca de 5 % dos núcleos do epitélio tumoral (estimativa visual sem contagem, considerando vários campos em médio aumento)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
AE1AE3 é uma mistura de dois anticorpos monoclonais (AE1 e AE3) obtidos contra queratinas epidérmicas humanas. AE1 reconhece a maioria das queratinas ácidas (tipo I). AE3 reconhece todas as queratinas básicas conhecidas. A combinação tem amplo espectro de positividade para todos os tipos de epitélios e suas neoplasiasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica
Classificação original: Não classificado