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Capítulo visual · Colorações e marcadores

Imunohistoquímica

A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…

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    Imunohistoquímica

    Documentada histologicamente abaixo, mostra abundantes macrófagos e alguns gigantócitos, mesclados a prolongamentos astrocitários e infiltrado inflamatório linfocitárioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    CD3. Linfócitos T são proeminentes no infiltrado inflamatórioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD68. Macrófagos perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD68. Fungos em fagossomos de macrófagos. A grande maioria dos histoplasmas estão contidos em vacúolos no citoplasma dos macrófagos. A localização neste tipo de célula é demonstrada pela positividade do contorno dos fagossomos para CD68 (e também para HAM-56 , ver abaixo). Imagens de brotamento são por vezes encontrad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD68. Fungos em fagossomos de macrófagos. A grande maioria dos histoplasmas estão contidos em vacúolos no citoplasma dos macrófagos. A localização neste tipo de célula é demonstrada pela positividade do contorno dos fagossomos para CD68 (e também para HAM-56 , ver abaixo). Imagens de brotamento são por vezes encontrad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Realizamos a marcação para linfócitos T (CD3) e B ( CD20 , abaixo), para estudar a participação de cada no infiltrado linfocitário da histoplasmose. Resultou que a percentagem de linfócitos T supera a de linfócitos B por larga margemDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Realizamos a marcação para linfócitos T (CD3) e B ( CD20 , abaixo), para estudar a participação de cada no infiltrado linfocitário da histoplasmose. Resultou que a percentagem de linfócitos T supera a de linfócitos B por larga margemDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD3. A grande maioria dos linfócitos do infiltrado são de linhagem T, o que apóia um papel maior da imunidade celular nesta doença (como na tuberculose). Áreas ricas em macrófagos contendo fungos tendem a ser pobres em linfócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD3. Linfócitos T são proeminentes no infiltrado inflamatórioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD3. A grande maioria dos linfócitos do infiltrado são de linhagem T, o que apóia um papel maior da imunidade celular nesta doença (como na tuberculose). Áreas ricas em macrófagos contendo fungos tendem a ser pobres em linfócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD3. A grande maioria dos linfócitos do infiltrado são de linhagem T, o que apóia um papel maior da imunidade celular nesta doença (como na tuberculose). Áreas ricas em macrófagos contendo fungos tendem a ser pobres em linfócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD3. A grande maioria dos linfócitos do infiltrado são de linhagem T, o que apóia um papel maior da imunidade celular nesta doença (como na tuberculose). Áreas ricas em macrófagos contendo fungos tendem a ser pobres em linfócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Este outro marcador de macrófagos confirma os resultados acima com CD68. Os macrófagos se destacam em marrom. Os fagossomos, cujo contorno é também positivo, englobam grandes aglomerados de fungos. Para breve texto sobre este marcador, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD3. Linfócitos T são proeminentes no infiltrado inflamatórioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Imunohistoquímica

    HAM-56. Célula em mitose. Figuras de mitose são raras em macrófagos. Aqui testemunhamos uma mitose, curiosa inclusive pelo aparente desalinho dos cromossomos. O encontro de organelas marcadas (como nos gigantócitos acima) sugere que se trate efetivamente de um macrófagoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    HAM-56. Célula em mitose. Figuras de mitose são raras em macrófagos. Aqui testemunhamos uma mitose, curiosa inclusive pelo aparente desalinho dos cromossomos. O encontro de organelas marcadas (como nos gigantócitos acima) sugere que se trate efetivamente de um macrófagoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: imunohistoquímica

Classificação original: Não classificado

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