Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica
A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…
- 2.923 lâminas catalogadas
- 2.923 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 2.923 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Este outro marcador de macrófagos confirma os resultados acima com CD68. Os macrófagos se destacam em marrom. Os fagossomos, cujo contorno é também positivo, englobam grandes aglomerados de fungos. Para breve texto sobre este marcador, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
HAM-56. Gigantócitos. É de interesse que o citoplasma destes macrófagos multinucleados só se marca fracamente ou não se marca para HAM-56. Porém, no interior, há compartimentos positivos, inclusive grandes fagossomos contendo fungos. O marcador parece ligar-se a algum componente destas organelas. O antígeno reconhecid…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
HAM-56. Gigantócitos. É de interesse que o citoplasma destes macrófagos multinucleados só se marca fracamente ou não se marca para HAM-56. Porém, no interior, há compartimentos positivos, inclusive grandes fagossomos contendo fungos. O marcador parece ligar-se a algum componente destas organelas. O antígeno reconhecid…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Este outro marcador de macrófagos confirma os resultados acima com CD68. Os macrófagos se destacam em marrom. Os fagossomos, cujo contorno é também positivo, englobam grandes aglomerados de fungos. Para breve texto sobre este marcador, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Este outro marcador de macrófagos confirma os resultados acima com CD68. Os macrófagos se destacam em marrom. Os fagossomos, cujo contorno é também positivo, englobam grandes aglomerados de fungos. Para breve texto sobre este marcador, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
NF. Mostra axônios divulsionados pelo infiltrado macrofágico e fungosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
A proporção de linfócitos B no infltrado é menor que a dos linfócitos T. Como notado acima para os linfócitos T ( CD3+ ), nas áreas ricas em macrófagos abarrotados de fungos, os linfócitos B são escassos ou ausentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
NF. Mostra axônios divulsionados pelo infiltrado macrofágico e fungosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
TC 30/3/2012Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
TC 30/3/2012Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
TC 30/3/2012Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
O hemangiopericitoma é riquissimamente vascularizado por uma rede de capilares extremamente delgados, descritos como em fenda, e aparentemente comprimidos pelas células neoplásicas. A distribuição da rede é mais ou menos uniforme. As paredes são finíssimas e não se identificam elementos da mesma, parecendo as células…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica
Classificação original: Não classificado