Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica
A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…
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Imunohistoquímica
VIM. Vimentina é negativa nas células tumorais, mas fortemente positiva no tecido nervoso infiltrado, onde marca astrócitos reacionais e macrófagos que fagocitam debris. Serve, portanto, para separar o tumor do tecido hospedeiro e ilustra as relações entre ambos. Nota-se que o tumor infiltra o tecido nervoso em lingüe…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Imunohistoquímica
VIM. Vimentina é negativa nas células tumorais, mas fortemente positiva no tecido nervoso infiltrado, onde marca astrócitos reacionais e macrófagos que fagocitam debris. Serve, portanto, para separar o tumor do tecido hospedeiro e ilustra as relações entre ambos. Nota-se que o tumor infiltra o tecido nervoso em lingüe…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Imunohistoquímica
Infiltração do tecido nervoso em fileiras de células individuais ou em fila indiana era comum, enfatizando o caráter extremamente invasivo da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Infiltração do tecido nervoso em fileiras de células individuais ou em fila indiana era comum, enfatizando o caráter extremamente invasivo da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Astrócitos reativos. Astrócitos de padrão gemistocítico eram abundantes nas proximidades do tumor, refletindo o intenso grau de lesão do tecido nervosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Macrófagos (células grânulo-adiposas)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM. Macrófagos (células grânulo-adiposas)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Núcleos negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Núcleos negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Núcleos negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Positividade em células em mitoseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Núcleos negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embrionário, consiste numa família de glicoproteínas oncofetais com PM aproximado de 200 kD. É encontrado em vários tipos de adenocarcinomas, como cólon, pulmão, mama, estômago e pâncreas. Aqui, positivo focal em áreas deste coriocarcinomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embrionário, consiste numa família de glicoproteínas oncofetais com PM aproximado de 200 kD. É encontrado em vários tipos de adenocarcinomas, como cólon, pulmão, mama, estômago e pâncreas. Aqui, positivo focal em áreas deste coriocarcinomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embrionário, consiste numa família de glicoproteínas oncofetais com PM aproximado de 200 kD. É encontrado em vários tipos de adenocarcinomas, como cólon, pulmão, mama, estômago e pâncreas. Aqui, positivo focal em áreas deste coriocarcinomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embrionário, consiste numa família de glicoproteínas oncofetais com PM aproximado de 200 kD. É encontrado em vários tipos de adenocarcinomas, como cólon, pulmão, mama, estômago e pâncreas. Aqui, positivo focal em áreas deste coriocarcinomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CEA. Antígeno cárcino-embrionário, consiste numa família de glicoproteínas oncofetais com PM aproximado de 200 kD. É encontrado em vários tipos de adenocarcinomas, como cólon, pulmão, mama, estômago e pâncreas. Aqui, positivo focal em áreas deste coriocarcinomaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica
Classificação original: Não classificado