Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica
A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…
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Imunohistoquímica
CK7. Citoqueratina do tipo II (básica), peso molecular de 54 kD, encontrada em epitélios simples (exemplos, pulmão, colo uterino, glândula mamária, ductos biliares, ductos coletores do rim, urotélio e mesotélio), e em adenocarcinomas não derivados do trato gastrointestinal. É ausente em TGI, hepatócitos, túbulos proxi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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AE1AE3. Um coquetel de queratinas de alto e baixo peso molecular, fortemente positivo nas células neoplásicas, em especial no citotrofoblasto. Denota o caráter epitelial das células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Inibina, um marcador de tumores do estroma e dos cordões sexuais das gônadas, foi positiva forte no sinciciotrofoblasto. É uma glicoproteína dimérica produzida principalmente por células da camada granulosa dos folículos ovarianos e células de Sertoli dos túbulos seminíferos. Inibe a liberação do FSH pela hipófise, re…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica
Classificação original: Não classificado