Capítulo visual · Doenças e lesões

Tumores da pineal

Tumor em seu maior diâmetro, situado na cisterna da lâmina quadrigêmea. Tem cor rósea-acinzentada e aspecto sólido e homogêneo, lembrando carne de peixe. O tumor estende-se à esquerda, entre o tálamo e o ventrículo lateral, formando um nódulo aparentemente separado do tumor or…

  • 369 lâminas catalogadas
  • 369 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 369 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Ki-67. A positividade nuclear para este marcador de proliferação celular é superior a 60% em média (estimativa visual sem contagem), o que atesta a rapidez de multiplicação das células germinativas tumorais. Os núcleos marcados têm nucléolos mais densamente reagentes que a cromatina. Mitoses são comuns, e o citoplasma…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Não classificado