Capítulo visual · Doenças e lesões

Tumores da pineal

Tumor em seu maior diâmetro, situado na cisterna da lâmina quadrigêmea. Tem cor rósea-acinzentada e aspecto sólido e homogêneo, lembrando carne de peixe. O tumor estende-se à esquerda, entre o tálamo e o ventrículo lateral, formando um nódulo aparentemente separado do tumor or…

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    GFAP. Este filamento intermediário próprio de astrócitos e células ependimárias deu resultados aproximadamente superponíveis aos com AE1AE3 acima. Mostra os astrócitos reativos na periferia da lesão e realça o caráter infiltrativo do tumor. As células neoplásicas foram todas negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    GFAP. Este filamento intermediário próprio de astrócitos e células ependimárias deu resultados aproximadamente superponíveis aos com AE1AE3 acima. Mostra os astrócitos reativos na periferia da lesão e realça o caráter infiltrativo do tumor. As células neoplásicas foram todas negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    É bem conhecido que AE1AE3, uma mistura de anticorpos contra queratinas de alto e baixo peso molecular, dê reação cruzada com GFAP, um antígeno característico de astrócitos. Tanto as queratinas como GFAP pertencem à classe dos filamentos intermediários, que são proteínas do citoesqueleto. Aqui, portanto, observamos as…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    VIM. Vimentina, um filamento intermediário presente em células de várias linhagens, foi praticamente negativa nos elementos neoplásicos (células germinativas). É positiva em vasos, células conjuntivas (como fibroblastos) e células do sangue (linfócitos e macrófagos). Assim, o preparado dá boa idéia da proporção entre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    GFAP. Este filamento intermediário próprio de astrócitos e células ependimárias deu resultados aproximadamente superponíveis aos com AE1AE3 acima. Mostra os astrócitos reativos na periferia da lesão e realça o caráter infiltrativo do tumor. As células neoplásicas foram todas negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    GFAP. Este filamento intermediário próprio de astrócitos e células ependimárias deu resultados aproximadamente superponíveis aos com AE1AE3 acima. Mostra os astrócitos reativos na periferia da lesão e realça o caráter infiltrativo do tumor. As células neoplásicas foram todas negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    IH para PLAP, c-kit, CD3, CD20, CD68Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    IH para PLAP, c-kit, CD3, CD20, CD68Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    CD3, CD20, CD68, CD34, Ki67, p53Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    CD3, CD20, CD68, CD34, Ki67, p53Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    CD3, CD20, CD68, CD34, Ki67, p53Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    CD3, CD20, CD68, CD34, Ki67, p53Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    IH : CD20, CD3, vimentina, Ki-67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    IH : CD20, CD3, vimentina, Ki-67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    IH : CD20, CD3, vimentina, Ki-67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Grande tumor centrado na região pineal, que cresce anteriormente para o III ventrículo. Este, e os ventrículos laterais, estão dilatados (hidrocefalia) devido à retenção liquórica por obliteração do aqueduto de Sylvius (situado posteriormente a este plano de corte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Grande tumor centrado na região pineal, que cresce anteriormente para o III ventrículo. Este, e os ventrículos laterais, estão dilatados (hidrocefalia) devido à retenção liquórica por obliteração do aqueduto de Sylvius (situado posteriormente a este plano de corte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Neste corte horizontal pelo mesencéfalo, o tumor ocupa todo o tegmento e o teto mesencefálicos. destruindo-os. A porção ventral do mesencéfalo e a fossa interpeduncular estão preservadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Neste corte horizontal pelo mesencéfalo, o tumor ocupa todo o tegmento e o teto mesencefálicos. destruindo-os. A porção ventral do mesencéfalo e a fossa interpeduncular estão preservadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Neste corte horizontal pelo mesencéfalo, o tumor ocupa todo o tegmento e o teto mesencefálicos. destruindo-os. A porção ventral do mesencéfalo e a fossa interpeduncular estão preservadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Imagem anatomopatológica associada a Tumores da pineal, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Tumores da pineal

    Superfície meníngea. Os astrócitos da camada molecular também se marcam por AE1AE3, mas seu aspecto é normalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Não classificado