Glândula acinosa composta

No acervo original: Compound acinar gland

5 estruturas marcadas4 min de estudo

Pendente de revisão biomédica

Os textos desta página vêm do acervo original em inglês, com títulos e rótulos traduzidos por glossário editorial. O aprofundamento em português ainda não foi conferido por revisor da área — use como apoio ao estudo, não como referência final.

O que esta lâmina mostra

A glândula acinar composta tem ducto ramificado e porções secretoras exclusivamente arredondadas, os ácinos, com luz muito estreita — às vezes imperceptível no corte, o que faz o conjunto parecer uma esfera maciça de células piramidais. O pâncreas exócrino é o exemplo clássico: ácinos intensamente basófilos na base, pelo RER que sustenta a síntese de zimogênios, e apicais acidófilos pelos grânulos. A próstata e as glândulas mamárias em repouso seguem o mesmo plano geral. O contraste com a glândula tubular é direto: o túbulo tem luz visível e paredes paralelas; o ácino é esférico e a luz é virtual.

Roteiro de observação

  1. Procure o gradiente de cor dentro da célula — base azul, ápice rosa — antes de tentar identificar o órgão.
  2. Se a luz não aparece, conte os núcleos em roda: a disposição radial já indica ácino.
Descrição do acervo (original)

This electron micrograph shows an acinus from a compound acinar gland. These highly polarized cells show prominent, basally located RER and numerous apical secretory granules. The granules contain digestive enzymes which are secreted by the merocrine mode of secretion into the central lumen of the acinus. Pancreas 3000x

Microscópio virtual

Escolha uma estrutura na lista ao lado — ou toque numa camada no microscópio — para abrir o dossiê com a explicação do acervo.

Aprofundamento ainda não escrito

Estas seções fazem parte do modelo editorial desta página e ainda não existem para esta lâmina. Elas só serão publicadas com fonte acadêmica citada e revisão biomédica — não preenchemos campo com texto plausível.

  • Histogênese e origem embrionária
  • Ultraestrutura
  • Vascularização, inervação e renovação
  • Diagnósticos diferenciais e armadilhas de identificação
  • Correlações clínicas
  • Resumo de alta retenção
Créditos, licença e proveniênciaabrir

Conteúdo visual adaptado de Digital Histology (Virginia Commonwealth University), CC BY-NC-SA 4.0; reorganização, interface e conteúdo complementar em português pelo Manual Clínico.

Licença

Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0). As adaptações mantêm a mesma licença. Ler a licença

Alterações realizadas

  • Reorganização do catálogo em currículo navegável, com rotas e hierarquia próprias.
  • Tradução e revisão editorial para português brasileiro dos títulos, descrições e rótulos.
  • Criação de interface nativa (microscópio virtual, atlas, laboratório e quizzes) sem reuso do HTML de origem.
  • Acréscimo de metadados: identificadores estáveis, SHA-256, proveniência e estado editorial.
  • Conversão dos quizzes H5P em componentes próprios, preservando enunciado, alternativas, gabarito e devolutiva.

Proveniência

Página de origem
https://digitalhistology.org/tissues/epithelium/glandular/exocrine/compound/compound-12/
Acesso em
07 de agosto de 2026
Identificador de origem
4561
Arquivo no acervo
03_tecidos/02_epitelio/02_glandular/01_exocrine/05_compound/12_compound-12/metadata.json

Integridade das imagens (6 arquivos)

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Material educacional de histologia. Não substitui laudo anatomopatológico, avaliação clínica, protocolo institucional ou orientação profissional.