Glândula acinosa simples ramificada

No acervo original: Simple, branched acinar gland

5 estruturas marcadas5 min de estudo

Pendente de revisão biomédica

Os textos desta página vêm do acervo original em inglês, com títulos e rótulos traduzidos por glossário editorial. O aprofundamento em português ainda não foi conferido por revisor da área — use como apoio ao estudo, não como referência final.

O que esta lâmina mostra

Nesta configuração o ducto é único — daí "simples" — mas várias porções secretoras arredondadas desembocam nele, daí "ramificada". A glândula sebácea é o exemplo típico: vários ácinos desembocam num ducto curto que se abre no folículo piloso, formando a unidade pilossebácea. Suas células, os sebócitos, mostram um gradiente que conta a história inteira da secreção holócrina: na periferia ficam as células basais pequenas e basófilas, com núcleo íntegro; para o centro elas acumulam lipídio, o citoplasma vira uma espuma de vacúolos, o núcleo picnotiza e por fim a célula se rompe inteira, virando o próprio produto. O turnover completo leva cerca de duas a três semanas.

Roteiro de observação

  1. Leia o ácino da periferia para o centro: o gradiente de vacuolização é o achado diagnóstico.
  2. Ache o ducto curto ligando o ácino ao folículo piloso para confirmar a unidade pilossebácea.
Descrição do acervo (original)

In addition to a tubular configuration, the secretory units of a simple gland can also be acinar. This example shows a gland with an unbranched duct into which the acini (alveoli) release their secretory product. This is a Meibomian gland (tarsal gland) and is located in the eyelid. It secretes an oily material by the holocrine mode of secretion that covers the watery tear film layer on the surface of the eye to prevent drying. Eyelid 100x

Microscópio virtual

Escolha uma estrutura na lista ao lado — ou toque numa camada no microscópio — para abrir o dossiê com a explicação do acervo.

Aprofundamento ainda não escrito

Estas seções fazem parte do modelo editorial desta página e ainda não existem para esta lâmina. Elas só serão publicadas com fonte acadêmica citada e revisão biomédica — não preenchemos campo com texto plausível.

  • Histogênese e origem embrionária
  • Ultraestrutura
  • Vascularização, inervação e renovação
  • Diagnósticos diferenciais e armadilhas de identificação
  • Correlações clínicas
  • Resumo de alta retenção
Créditos, licença e proveniênciaabrir

Conteúdo visual adaptado de Digital Histology (Virginia Commonwealth University), CC BY-NC-SA 4.0; reorganização, interface e conteúdo complementar em português pelo Manual Clínico.

Licença

Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0). As adaptações mantêm a mesma licença. Ler a licença

Alterações realizadas

  • Reorganização do catálogo em currículo navegável, com rotas e hierarquia próprias.
  • Tradução e revisão editorial para português brasileiro dos títulos, descrições e rótulos.
  • Criação de interface nativa (microscópio virtual, atlas, laboratório e quizzes) sem reuso do HTML de origem.
  • Acréscimo de metadados: identificadores estáveis, SHA-256, proveniência e estado editorial.
  • Conversão dos quizzes H5P em componentes próprios, preservando enunciado, alternativas, gabarito e devolutiva.

Proveniência

Página de origem
https://digitalhistology.org/tissues/epithelium/glandular/exocrine/simple/simple-10/
Acesso em
07 de agosto de 2026
Identificador de origem
4332
Arquivo no acervo
03_tecidos/02_epitelio/02_glandular/01_exocrine/04_simple/10_simple-10/metadata.json

Integridade das imagens (6 arquivos)

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Material educacional de histologia. Não substitui laudo anatomopatológico, avaliação clínica, protocolo institucional ou orientação profissional.